Sobre a Pena Dourada

Caro leitor,

Se um dia fui tendenciosa a algo menos do que o misterioso, não tenho lembranças.

Na infância, a curiosidade pelo passado e pelo que não podia ver me tornou uma menina que convivia com o espiritual de maneira bastante natural – mas nem sempre fácil. Ao mesmo tempo, a necessidade de materializar tudo criou em mim o desejo por registrar a história e guardá-la em ‘coisas’.

A união dessa ambiguidade, o imaterial e o material, junto à necessidade de adaptar meus antigos desejos com o mundo contemporâneo, fizeram nascer a Pena Dourada.

Se quando menina possuía diários trancados por cadeados, a mulher de hoje relata suas experiências neste ambiente virtual, como se em um livro aberto.

Aqui teremos relatos e interesses de alguém que respira o mistério e a história. Se você vive ou se interessa pelo mesmo que eu, te convido a acompanhar essa jornada como se sua fosse.

Até breve,

A Mulher da Pena Dourada